Atualizamos nossas estimativas para a Movida (MOVI3) e reduzimos nosso preço-alvo até o final de 2022 para de R$ 31,50 para R$ 29,50/ação, mas mantemos nossa classificação de compra para as ações da empresa.

Revisamos nossas estimativas para a Movida, incorporando (i) o resultado do último trimestre da empresa; (ii) nossa atualização macroeconômica; (iii) mudança em nossas premissas de custo de capital próprio - de 12,87% para 13,37%; e (iv) realinhamento das nossas estimativas para os resultados futuros da empresa, principalmente levando em consideração o aumento observado no preço dos veículos de aquisição, e nas suas tarifas médias cobradas tanto no rent-a-car (“RAC”), como na renovação de frota (“GTF”) plataformas, visando sustentar seu retorno medido pelo seu ROIC spread, que esperamos consequentemente reduzir a taxa de crescimento de sua demanda a partir de 2024.

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No entanto, a Movida ainda é nosso nome preferido entre as locadoras de veículos sob nossa cobertura, por conta do desconto que vemos em suas ações.

A empresa está atualmente sendo negociada a 8,1x P/E 2022, ~26% abaixo de seu múltiplo histórico de 11x, e 63% abaixo do índice P/L 22x 2022 da Localiza.

Prevemos a Movida operando com um spread médio de ROIC de ~8,4% para 2022. Esperamos que o desempenho operacional positivo da Movida persista no curto prazo.

A Movida apresentou ótimos resultados no ano passado, principalmente em função do aumento substancial observado nos preços de seus veículos usados, impulsionado pela escassez de oferta de veículos novos, o que consequentemente melhorou a renovação de seus veículos margens da plataforma.

Seus resultados também melhoraram após a retomada da demanda em sua divisão de aluguéis de carros, que acreditamos que deve continuar apresentando desempenho superior com a facilidade de restrições de distância devido à pandemia.

Além disso, os carros de assinatura (“Movida Mensal Flex”) oferecem outra via de crescimento brilhante para o segmento, à medida que o modelo de negócios começa a se tornar mais popular.

Por fim, sua plataforma de aluguel de frotas, que apresentou resiliência durante a pandemia, foi reforçada com a aquisição do ‘CS Frotas’ (somando ~25,6 mil veículos ou ~41% para sua plataforma de aluguel de frotas), segmento que acreditamos que deve continuar apresentando taxas de crescimento mais fortes do que a média para a empresa devido à sua reduzida penetração no mercado brasileiro (~12% da frota corporativa).

Mas o desempenho financeiro pode decepcionar e as perspectivas futuras são confusas. Esperamos que seu desempenho operacional positivo no curto prazo seja parcialmente ofuscado por despesas financeiras significativas neste ano, agravadas pelo salto observado nas taxas de juros.

Além disso, para manter sua lucratividade, a empresa foi forçada a aumentar suas tarifas, até 56% LTM em sua divisão de aluguéis de carros, o que acreditamos que pode desacelerar a velocidade de crescimento de sua demanda no médio prazo.

Não obstante, esperamos também uma redução gradual de suas margens para sua plataforma de renovação de frota (“Seminovos”), pois esperamos um aumento da depreciação dos veículos novos adquiridos nos últimos trimestres, com preços significativamente superior aos que foram pagos antes da pandemia, que no final deverá aumentar o nível de despesas de capitais (Capex) líquido para a renovação da sua frota.

Os principais gatilhos que vemos para as ações da Movida são: (i) taxa de crescimento tanto na divisão de aluguéis de carros, quanto na de frota, influenciada pelo aumento das tarifas e ainda suportado pela procura reprimida por aluguel de carros e resiliente e demanda subpenetrada na divisão de frotas; (ii) desempenho financeiro, influenciado por mudanças nas margens da plataforma ‘Seminovos’ e despesas financeiras líquidas; (iii) desempenho das ações da Localiza após a conclusão da sua fusão com a Unidas.

Os principais riscos para nossa tese de investimento são: (i) aumento da concorrência – tarifas dos principais pares a serem cobertas (Localiza e Unidas) podem comprometer a capacidade da empresa de sustentar a maior rentabilidade alcançada no último trimestre, principalmente considerando os maiores investimentos que estão sendo feitos para renovação da frota sob a atual escassez de oferta de veículos; (ii) manutenção do ambiente inflacionário global adiando a redução esperada para as taxas de juros, o que deve impulsionar as despesas financeiras no curto prazo; (iv) redução da velocidade de crescimento do setor devido ao aumento das tarifas para sustentar as empresas lucratividade potencialmente levando a uma reavaliação de preços do setor.

Acreditamos que o investimento da Movida é sustentado por: (i) histórico de rápido crescimento: a Movida conseguiu participação de mercado de menos de 3% em 2013 para 12% em 2020, tornando-se o segundo maior player na divisão RAC com um mercado participação de 14%; (ii) escala de compra de veículos e presença nacional: em função desse forte crescimento e do poder de barganha da Simpar, a Movida consegue negociar descontos atrativos com os OEMs. (iii) A Movida possui uma plataforma eficiente para vender seus veículos, muito importante apoiar a sua rápida rotação de ativos; e (iii) clientes premium no negócio de aluguéis de carros nos segmentos corporativo e lazer, permitindo que a empresa opere com tarifas mais altas.

A Movida está reforçando o ritmo de crescimento do segmento de aluguel de frotas. A empresa está aumentando sua participação no segmento de aluguel de frotas com significativo potencial de crescimento, devido à sua reduzida penetração no Brasil, onde apenas ~10% da frota corporativa total é terceirizada.

Seguindo essa estratégia, mais recentemente, a empresa incorporou a CS Brasil Frotas, maior operadora de frotas para o público do país sector, aumentando fortemente o seu posicionamento no negócio de outsourcing de frotas, que passa a abranger ~50% da sua frota total, de 40% no 4T20 e de 10% em 2016.

Com esta aquisição, esperamos que o negócio de aluguel de frotas quase equalize sua participação receitas com o negócio RAC em 2026.

Margens operacionais devem desacelerar gradativamente nos próximos trimestres, acompanhando a redução esperada para as margens da frota divisão de renovação (“Seminovos”), que estão significativamente acima dos níveis históricos devido à escassez de veículos novos no país e impulsionou o preço dos veículos usados.

Esperamos uma normalização gradual da produção de veículos novos no país reduzindo a diferença entre os preços dos veículos adquiridos e vendidos pela empresa, embora essa mudança ainda dependa da normalização da produção de autopeças, principalmente semicondutores, que acreditamos deve ocorrer ao longo de 2023.

Além disso, prevemos a estabilização das margens operacionais acima dos níveis históricos da Movida após a melhora observada no a rentabilidade da divisão de renovação de frotas da Movida e a usual margem superior observada no negócio de aluguel de frotas, que sua participação na receita total após a aquisição da CS Brasil. 

Movida no 1° trimestre de 2022

A Movida (MOVI3) apresentou ótimos resultados no 1T22, refletidos no spread LTM ROIC da empresa, que aumentou 4,4p.p. A/A para 9,9%.

Seu bom desempenho foi impulsionado por um robusto aumento de receita de 144% A/A para R$ 1,97 bilhão, resultado do crescimento de 87% A/A em suas receitas de aluguel, para R$ 992 milhões, que foi impulsionado por tarifas diárias mais altas em seu aluguel-a -carros e frota forte aumento em sua divisão GTF, impulsionado pela aquisição
da CS Frotas em agosto de 2021.

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Além disso, a receita da divisão de vendas de ativos aumentou 255% A/A, para R$ 974 milhões, impulsionada principalmente pelo aumento de 184% A/A no número de veículos vendidos, para 15,2 mil.

Por outro lado, o CPV da Movida subiu 166% A/A, para R$ 1,08 bilhão, impulsionado por maiores custos de depreciação, mas não o suficiente para ofuscar o impressionante crescimento de 183% A/A em seu EBITDA, que atingiu R$ 863 milhões.

Por fim, a Movida informou um adj. lucro líquido de R$ 258 milhões, aumento de 135,7% A/A, com o resultado positivo sendo parcialmente atenuado pelo aumento de 275% A/A em suas despesas financeiras líquidas, após um aumento de 155% A/A em sua dívida líquida e o aumento nos juros brasileiros taxa no período.

Como resultado de seu ótimo desempenho trimestral e considerando o upside ainda elevado que vislumbramos para suas ações, reforçamos nossa recomandação de compra para a Movida.

A empresa está negociando a 4,6x EV/EBITDA 2022, ~60% abaixo da média de seus pares de aluguel de carros.
A receita da divisão de aluguel de carros (RAC) da Movida aumentou 63% A/A, atingindo R$ 595 milhões, impulsionada por uma expansão recorde de 56% A/A em suas tarifas médias diárias, para R$ 127, além do aumento de 16% A/A em sua frota operacional média, para 75,3 mil veículos.

Por outro lado, a taxa de ocupação da frota apresentou um decréscimo de 302bps A/A para 76,1%. O EBIT da divisão aumentou 97,5% A/A, atingindo R$ 265 milhões, acompanhando a maior alavancagem operacional alcançada com o robusto crescimento da receita.

No segmento de aluguel de frotas (GTF), a receita da Movida cresceu 140% A/A, para R$ 397 milhões, com forte crescimento explicado pela incorporação do 'CS Frotas' em agosto de 2021. O aumento da receita do segmento também foi influenciado positivamente em 26% A/A em seu ticket médio mensal, devido à transferência de novos patamares de taxas de juros e maiores preços de veículos para renovação e expansão da frota de seus novos contratos.

Por outro lado, seus custos aumentaram 174% A/A, principalmente devido à incorporação integral do 'CS Frotas'. Apesar disso, o EBIT de aluguel de frotas cresceu 142,5% A/A, atingindo R$193 milhões no 1T22.

Na divisão de vendas de ativos (Seminovos), a receita líquida da Movida aumentou 255% A/A, para R$ 974 milhões. No 1T22 a Movida vendeu 15,2 mil carros (+184% A/A) com ticket médio de R$65 mil (+24% A/A). A recuperação observada no volume de vendas foi a principal responsável pela expansão de 575% do EBIT da divisão de Seminovos, para R$ 192 milhões, principalmente considerando a fraca base de comparação do 1T21 devido à escassez de veículos novos que retardou a renovação da frota da empresa no ano passado.

Enquanto isso, a margem EBIT do segmento manteve-se acima dos níveis históricos, em 19,8% (+9,4p.p YoY),
acompanhando a valorização observada nos preços de seus veículos usados.

No entanto, esperamos que essas margens diminuam gradualmente à medida que a empresa acelera a renovação de sua frota a preços atualizados.

 

Análise de MOVI3 no 4T2

 

A Movida (MOVI3) apresentou bons resultados no 4T21, refletidos no spread do ROIC dos últimos 12 meses da empresa, que aumentou 5,5p.p. a/a, indo para 10,2%.

A forte alta de 75,7% a/a na receita líquida para R$ 1,7 bilhão (recorde trimestral), pode ser explicada em grande parte pelo crescimento de 86,7% a/a na receita líquida de locações, de R$ 932 milhões, impulsionado principalmente pelo aumento de 40% a/a nas tarifas diárias do RAC, de R$ 118,6.

Além disso, apesar de um aumento de 24% no seu CPV, a empresa conseguiu aumentar o seu EBITDA em 154,4% a/a, com o referido aumento da receita líquida e tarifas mais elevadas.

Por fim, a Movida informou um Lucro Líquido ajustado de R$ 276,7 milhões, +99,5% a/a e +6,7% t/t com salto de 464% a/a em seu resultado financeiro líquido, acompanhando o aumento de 188% a/a observado em sua dívida líquida e ao aumento na taxa Selic no período.

Impulsionada por tarifas recordes, a receita em sua divisão RAC atingiu US$ 559 milhões, um aumento de 26,1% em relação ao ano anterior. O bom desempenho do RAC pode ser explicado pela sólida expansão de 40% a/a de suas diárias médias, para R$ 118,6 - o novo recorde para um trimestre que ajudou a impulsionar a receita de RACs.

Por outro lado, a taxa de ocupação da frota apresentou um decréscimo de 209 bps a/a, enquanto a frota operacional média cresceu 4,4% a/a, para 70,4 mil veículos.

O EBIT do RAC aumentou 125% a/a, atingindo R$ 247 milhões, com aumento dos custos relacionados à manutenção da frota, que foram compensados por créditos de PIS/COFINS no valor de R$ 14,0 milhões somente em dezembro.

A receita líquida da GTF atingiu R$ 372,7 milhões, alta de 164,3% a/a. O aumento da receita da divisão GTF foi explicado principalmente por:

  • Incorporação da CS Frotas no resultado do trimestre;
  • Expansão da frota de, aproximadamente, 104% a/a, resultado da adição de 25 mil carros CS Frotas, do crescimento da Movida Zero Km e da adição e renovação de contratos corporativos;
  • Aumento de 30,0% a/a no ticket médio mensal, devido ao repasse de novos patamares de juros e preços de veículos para renovação e expansão de frota para novos contratos.

O EBIT da GTF aumentou 228% a/a, atingindo R$ 188 milhões, apesar do aumento nos custos, principalmente devido aos custos da CS Frotas no trimestre completo com sua incorporação ao segmento. Parte dos custos foi compensada com créditos de PIS/COFINS no valor de R$ 4,1 milhões em dezembro.

Por fim, a receita líquida de seminovos atingiu R$809 milhões, alta de 64,9% a/a, mas queda de 4,2% t/t. O aumento anual pode ser explicado pelo aumento de 35% a/a nos preços dos carros usados, enquanto a queda no trimestre está relacionada à redução no número de carros vendidos no período.

Essa redução é explicada pela maior alocação da frota no RAC durante a alta temporada para o aluguel ocasional por causa da irregularidade no fornecimento de carros novos.

O EBIT da Seminovo atingiu R$171 milhões, +222,6 a/a,  mas apresentou queda de 4% t/t devido à menor receita líquida no trimestre. A Movida vendeu 12,4 mil carros, uma queda de 14 unidades no trimestre com um ticket médio de R$ 65,4 mil.

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Vale a pena investir em MOVI3?

  1. Histórico de crescimento rápido, tornando-se o segundo maior player na divisão RAC com uma participação de mercado de 14%;
  2. Escala de compra de veículos, negociando descontos atraentes com as montadoras;
  3. Ampla rede de vendas de veículos, com 75 lojas de Seminovos;
  4. Clientes premium no negócio RAC nos segmentos corporativo e lazer, permitindo operar com tarifas mais elevadas; e
  5. Preço das ações atrativo ante fundamentos.

Quais são os principais riscos de MOVI3?

  1. Aumento da concorrência pode comprometer ROIC da empresa;
  2. Desaceleração da lucratividade no segmento de Seminovos, à medida que os preços voltam a patamares mais normalizados com a melhora dos gargalos logísticos;
  3. Impacto da alta taxa de juros sobre custos e despesas financeiras; e
  4. Aumento das tarifas pode impactar a demanda no segmento RAC, potencialmente levando a uma repactuação do setor.

Sobre a Movida (MOVI3)

A Movida se destaca como uma das maiores companhias de locação de veículos do Brasil (em tamanho de frota e receita) eentre as companhias abertas do setor, de acordo com informações públicas de mercado fornecidas pela ABLA e por companhias do setor.

Em dezembro de 2014, por meio de uma reestruturação do Grupo JSL, a companhia consolidou todas as atividades de 'rent a car' e de gestão e terceirização de frotas do Grupo JSL.

Além disso, a companhia acredita ser a empresa de locação de veículos mais reconhecida pelos consumidores no quesito inovação, oferecendo soluções que buscam proporcionar uma experiência exclusiva por meio de uma oferta de serviços e produtos diferenciada e alianças estratégicas com montadoras e concessionárias, de acordo com a pesquisa efetuada pela H2R Pesquisas Avançadas.

IMPORTANT GENERAL DISCLOSURES Este relatório tem caráter meramente informativo e não constitui oferta de compra ou de venda de títulos ou valores mobiliários ou de instrumentos financeiros de quaisquer espécies ou de participação em qualquer estratégia de negociação. As informações expressas neste documento são obtidas de fontes públicas disponíveis até a data da sua elaboração pela equipe de Análises Gráficas da Safra Corretora, e são consideradas seguras. A Safra Corretora ou qualquer de suas afiliadas não garante, expressa ou implicitamente, a completude, confiabilidade ou exatidão de tais informações, nem este relatório pretende ser uma base de dados e informações completa ou resumida sobre os títulos ou valores mobiliários, instrumentos financeiros, mercados ou produtos aqui referidos. A Safra Corretora não tem obrigação de atualizar, modificar ou alterar este relatório, tampouco de comunicar o leitor deste relatório, salvo quando deixar de cobrir qualquer das empresas analisadas neste relatório. As opiniões, estimativas, informações e projeções aqui expressas constituem a opinião do analista no momento em que emitiu o presente relatório e podem ser alteradas sem qualquer aviso. Preços e disponibilidade dos instrumentos financeiros são apenas indicativos e estão sujeitos a alterações, independentemente de qualquer aviso. Os instrumentos discutidos nesse relatório podem não ser adequados a todos os investidores. Este relatório não considera objetivos de investimento, situação financeira e patrimonial ou interesses particulares de qualquer investidor. Os investidores devem obter ou realizar análise independente, considerando sua situação financeira e seus objetivos de investimento, antes de tomar uma decisão de investimento. 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