Nos últimos anos, o perfil dos investidores brasileiros começou a mudar, e os fundos de investimento passaram a assumir um papel ainda mais importante nas carteiras. Com a taxa Selic ainda em níveis baixos historicamente, os investidores perceberam que seria necessário diversificar para garantir rentabilidade. 

Um exemplo dessa diversificação pode ser visto nos dados divulgados pela Anbima. Nos últimos cinco anos, entre 2016 e 2020, os fundos de investimento receberam quase R$ 870 bilhões em novos recursos dos investidores. Essa é a conta de captação líquida, ou seja, desconta do valor total os resgates feitos no período.

Assim como temos visto nos números divulgados pela Bolsa, com cada vez mais investidores abrindo conta em corretoras, o interesse na renda variável também chama a atenção nos fundos de investimento, com procura alta para os fundos de ações. Outras classes de fundos consideradas mais arrojadas, como os fundos multimercados, também se destacam.

Confira no guia a seguir as principais informações sobre fundos de investimento.

Como funcionam os fundos de investimento?

Os fundos de investimento são uma modalidade de aplicação financeira coletiva. Ou seja, os fundos reúnem recursos de diversos investidores, que delegam as decisões de investimento a um gestor profissional.

Cada fundo tem seu próprio regulamento, o qual define regras claras sobre onde esse gestor pode atuar, quais são os limites de exposição, os custos, o público-alvo, entre outras informações essenciais.

Por isso, é essencial para o investidor escolher fundos de investimento que são adequados às suas estratégias e ao seu perfil.

 É comum os investidores aplicarem em diferentes fundos, com objetivos e riscos distintos, para formar uma carteira equilibrada.

As possibilidades para investir em fundos são amplas. Podem ser produtos voltados para a renda fixa, ações, câmbio, commodities, ou até mesmo com liberdade para atuar em todos os mercados, que são os conhecidos fundos multimercados. Em todas essas categorias, existem níveis de risco distintos para o investidor escolher.

Esses tópicos - bem como o histórico de rendimentos do fundo, seu patrimônio e a taxa de administração - são agrupados em um documento chamado lâmina de informações essenciais, que você deve conferir antes de determinar seu fundo de investimento escolhido.

Essa classe de investimentos é particularmente vantajosa para o pequeno investidor, que pode acessar ativos e mercados que sozinho não teria condições para isso. 

É também uma alternativa interessante para quem não tem tempo de acompanhar diariamente as oportunidades e os riscos do mercado, transferindo essa responsabilidade para um profissional.

Nos fundos de investimento existem duas figuras principais:

  • o administrador do fundo: esse é o responsável pela criação, funcionamento e manutenção do fundo. É o administrador quem aprova o regulamento, definindo seus objetivos e política de investimento, e é também quem presta o serviço de atendimento aos cotistas, como o envio de informações relevantes.
     
  • o gestor do fundo: é normalmente o nome que mais se destaca aos olhos dos investidores, porque é o gestor quem efetivamente toma as decisões de investimento do fundo, respeitando os limites e condições impostos no regulamento.

Esses dois personagens, o administrador e o gestor, podem pertencer a um mesmo grupo financeiro, como é o caso no Safra. O administrador também é o responsável por contratar um auditor independente, que valida as demonstrações contábeis dos fundos.

Fundo de investimento é renda fixa ou variável?

Como mencionado anteriormente, os investidores podem encontrar fundos das duas categorias. É importante notar que, mesmo na classe de renda fixa, os fundos trazem oscilações diárias - mas, neste caso, normalmente com riscos reduzidos e oscilações menores em comparação a produtos mais arrojados.

É importante notar, também, a diferença entre fundos de gestão passiva e fundos de gestão ativa.

  • Na gestão passiva, o fundo tem como objetivo acompanhar um índice de referência, sem a interferência do gestor para buscar retornos superiores a esse benchmark escolhido. Pode ser, por exemplo, o CDI, o Ibovespa, entre outros.
     
  • Já na gestão ativa, predominante nos fundos do Safra, os fundos de investimento têm como objetivo superar o retorno dos seus índices de referência. Para isso, os gestores buscam oportunidades de ganhos nos bons momentos e possibilidades para mitigar riscos e preservar o capital quando julgar necessário.

Tipos de fundos de investimento

  • Fundos de renda fixa

Os fundos de investimento em renda fixa, como o próprio nome sugere, devem aplicar pelo menos 80% de seus recursos em ativos de renda fixa. Essa categoria pode investir tanto em títulos públicos do Tesouro Direto, quanto títulos privados, como CDBs, LCIs, LCAs, debêntures, entre outros.

Assim, os retornos e possíveis oscilações estão ligados sobretudo a variações nas taxas de juros, índices de preços e prêmios no mercado de crédito privado.

Há fundos com diferentes níveis de risco, retorno e liquidez, desde os que pagam o resgate meses após a solicitação do cotista, até os que oferecem liquidez imediata ou diária.

  • Fundos de ações

Os fundos de ações, também conhecidos como fundos de renda variável, devem investir no mínimo 67% do seu patrimônio em ações. O restante do patrimônio pode ser investido em outros tipos de ativos.

Cabe aos gestores desses fundos procurar as melhores oportunidades na Bolsa. Há também diferentes estilos: alguns fundos, por exemplo, podem estar focados em empresas mais consolidadas, enquanto outros buscam retornos expressivos em companhias com grande potencial de crescimento, mas também com riscos maiores.

Nos próximos tópicos, abordaremos também algumas das estratégias mais comuns entre os fundos de ações.

Os fundos de investimento em ações são indicados para investidores de perfil moderado e dinâmico, que toleram maior exposição a riscos.

  • Fundos cambiais

Os fundos cambiais são atrelados à variação na cotação das moedas estrangeiras.

Por terem que investir pelo menos 80% de seu capital nesse tipo de ativo, esses fundos de investimentos têm como maior risco justamente a variação do preço do câmbio, como o dólar, euro, e outras moedas.

Essa é uma alternativa normalmente utilizada para quem busca se proteger contra as variações cambiais. Pode ser usado, por exemplo, para travar a cotação de uma moeda ao se planejar para uma viagem internacional, ou mesmo como uma proteção para a carteira de investimento, uma vez que o câmbio e a Bolsa muitas vezes seguem direções opostas.

  • Fundos multimercados

Os fundos multimercados são um dos tipos de fundos de investimentos mais diversos e pulverizados que existem.

Eles não possuem compromisso de concentração em nenhum fator em especial, tendo liberdade para investir em ativos de renda fixa, ações, câmbio e commodities, podendo acessar tanto o mercado brasileiro quanto o internacional.

Assim, produtos desta categoria podem ser bastante distintos entre si. Há diferenças importantes de estilo e de risco nessa classe. Alguns fundos multimercado buscam baixa volatilidade, enquanto outros oferecem uma gestão mais arrojada.

Por isso, é importante conhecer em detalhes a estratégia definida pelo fundo para aplicar em um produto que esteja alinhado ao seu perfil de risco e objetivos.

Para saber mais sobre as categorias de fundos, confira nossa grade completa de produtos.

Fundos Abertos x Fundos Fechados

Os fundos de investimento podem ser abertos ou fechados.

Nos fundos de investimentos fechados, só é possível se tornar um cotista, comprar novas cotas ou realizar resgates nos chamados períodos de captação. No entanto, existe a possibilidade de negociar as cotas no mercado secundário – é o caso dos fundos imobiliários, por exemplo.

Por outro lado, nos fundos de investimentos abertos ocorre o oposto: a entrada e saída de novos cotistas, bem como novas aplicações ou resgates, ficam permitidos a qualquer momento. Esse é o tipo de fundo mais comum para os investidores em geral.

É importante notar que, mesmo sendo possível entrar com o pedido de resgate a qualquer momento, o pagamento dos recursos ao investidor depende do prazo de cotização e de liquidação.

A cotização é um período definido no regulamento para que a ordem de venda seja efetivada. Essa é uma medida para proteger quem continua investindo no fundo, oferecendo ao gestor mais prazo para vender os ativos. Assim, ele pode identificar o melhor momento para se desfazer dos investimentos e pagar o resgate.

Muitos fundos da classe de multimercado, por exemplo, definem um prazo de 30 dias corridos a partir da data da solicitação –  no jargão do mercado, isso é conhecido como “D+30”. O valor que o investidor irá receber no resgate corresponde ao valor da cota ao final deste prazo.

Passado o momento de cotização, há o prazo de liquidação, que é o pagamento propriamente dito, e costuma ser de poucos dias.  

Cotas

Quando um investidor decide aplicar em um fundo de investimento, na prática ele está comprando um determinado número de cotas do fundo.

Isso porque o patrimônio de um fundo de investimentos é dividido em frações, que são as chamadas cotas. Todas elas possuem o mesmo valor, mas elas oscilam conforme o desempenho do fundo.

Por isso, na hora de calcular qual a rentabilidade obtida no investimento, compara-se o valor pago em cada cota quando comprada com o preço atual da cota.

Cobrança de imposto em fundos de investimento

A tributação dos fundos varia conforme suas características e, especialmente, o tempo de investimento.

Nos fundos de ações é cobrada alíquota de 15% de Imposto de Renda retido na fonte apenas no resgate das cotas. O IR incide sobre o rendimento obtido, independentemente do tempo que o cotista mantiver a aplicação.

Nas demais classes de fundos, a tributação do Imposto de Renda segue a tabela regressiva, ou seja:

  • 22,5% para prazos de até 180 dias;
  • 20% para prazos de 181 dias a 360 dias;
  • 17,5% para prazos de 361 dias a 720 dias;
  • 15% para prazos acima de 720 dias.

Mas, a cada seis meses, em maio e novembro, há a cobrança do “come-cotas”. O nome da tributação vem por conta da natureza da cobrança, que reduz o número de cotas do fundo.

O “come-cotas” é uma antecipação do Imposto de Renda, cobrada em todas as classes de fundos, exceto nos fundos de ações.

Por ser uma antecipação, a cobrança ocorre sempre na menor alíquota, ou seja, de 15% sobre os rendimentos.

Caso, no momento do resgate, o investidor se enquadre em uma faixa com alíquota superior aos 15%, há um ajuste para cobrar apenas o IR devido sobre o que ainda não foi pago.

Por exemplo, para um resgate que se enquadra na faixa de 20% e que já passou pelo “come-cotas”, o investidor deve um imposto de 5% sobre o lucro. O pagamento é retido na fonte, portanto, no momento do resgate, o investidor já recebe o valor líquido.

Quais taxas são cobradas em fundos de investimento

Os fundos podem apresentar duas taxas principais aos seus cotistas:

  • a taxa de administração, cobrada como um percentual sobre o patrimônio do fundo e com o objetivo de remunerar o administrador pelo funcionamento do fundo;
  • a taxa de performance, que pode haver nos fundos de gestão ativa, como um modo de recompensar o gestor por superar certo índice de referência, determinado no regulamento.

Muitas vezes, o investidor não percebe a cobrança dessas taxas. Isso porque o pagamento é feito descontando o valor da cota dos fundos.

As duas taxas costumam ser provisionadas diariamente pelos fundos, ou seja, já descontam todos os dias do valor da cota. Por isso, ao acompanhar o desempenho de um fundo de investimento, você já visualiza o resultado após a cobrança dessas taxas.

É seguro investir em fundos de investimentos?

Os fundos de investimentos não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos, o FGC. Porém, isso não quer dizer que não sejam seguros.

Todo fundo de investimento tem um CNPJ próprio. Isso significa que os recursos dos investidores de um fundo são apartados, ou seja, eles não se misturam com os recursos da gestora ou da administradora.

Por isso, caso a gestora de recursos quebre - o que é um evento raro -, os investidores do fundo podem se reunir e trocar de gestor ou de administrador.

Fundos de investimento: O que são, como funcionam e como investir?

Em relação ao risco de mercado, ou seja, das cotas do fundo se desvalorizarem, existem diferentes categorias de produtos, portanto o investidor pode escolher a aplicação de acordo com seu apetite por risco.

Nos fundos de investimentos em renda fixa, por exemplo, pelo menos 80% da carteira do fundo deve ser alocada em renda fixa. Desse modo, o potencial de ganhos pode ser menor que em outros fundos, mas o risco potencial também é menor.

Vantagens dos fundos de investimentos

Os fundos de investimentos proporcionam muitas vantagens para os investidores, em especial para os iniciantes, como comentamos acima.

Ao comprar cotas de um fundo, você une seus recursos aos de muitos outros investidores que, juntos, compõem o patrimônio do fundo. Com isso, passam a conseguir acessar outras classes de ativos que não eram possíveis anteriormente por exigirem um investimento inicial alto ou envolver operações complexas, incluindo em mercados internacionais.

Além disso, investir em fundos permite maior diversificação e, consequentemente, maior possibilidade de mitigar os riscos. Em um momento volátil da economia, não “colocar todos os ovos na mesma cesta” se torna ainda mais relevante.

Outro ponto positivo importante é contar com um time especializado e dedicado integralmente à gestão de recursos. No Safra, são diferentes times que acompanham os mais variados mercados todos os dias, a todo momento. São profissionais com experiência e acesso a análises mais profundas que o investidor pessoa física normalmente conseguiria por conta própria.

Como escolher um fundo de investimentos

Para muitos investidores, um hábito comum na hora de escolher um fundo de investimentos é olhar apenas o histórico de rentabilidade do fundo. Olhar essa métrica pode ajudar a entender se determinado fundo consegue acompanhar ou bater suas referências, como o CDI e o Ibovespa, no entanto, ao se limitar a essa métrica, o investidor poderá cometer alguns equívocos.

Isso porque a rentabilidade em poucos recortes de tempo pode esconder informações importantes sobre o comportamento desses produtos.

Aqui no Safra, contamos com uma equipe especializada para orientar sobre carteiras diversificadas a partir de uma seleção rigorosa de fundos de investimento.

Para mostrar que há diferentes métricas que permitem medir com mais efetividade as características de cada fundo, explicamos abaixo três informações importantes para acompanhar ao optar por um fundo de investimento. Você também pode conhecer em mais detalhes como escolher uma equipe consistente de gestão aqui.

Lembrando que também é muito importante conhecer quem é a gestora do fundo, sua filosofia de investimentos, e seu histórico de performance. No Safra, fomos eleitos pela FGV, no Guia de Fundos edição 2020, como o melhor gestor na categoria alta renda. Também fomos reconhecidos nas categorias de fundos multimercados e fundos de ações na premiação Melhor Banco e Plataforma para Investir.  

Conheça a estratégia do fundo

Antes de avaliar qualquer número, é fundamental entender a proposta de gestão de um fundo. Dentro de uma mesma categoria, pode-se encontrar características bastante diferentes e que poderão exercer funções específicas nas carteiras de investimentos.

Para diversificar seu portfólio, e evitar surpresas, o investidor deverá levar em conta as informações que os gestores fornecem sobre as estratégias adotadas - você também pode acompanhar nossas redes sociais e nossos canais de conteúdo para ficar sempre em dia com as estratégias dos nossos produtos. Dentro da categoria de renda fixa, por exemplo, é possível aplicar em:

  • Fundos DI, que oscilam pouco, pois investem em títulos públicos de curto prazo, e por isso costumam abrigar a reserva de emergência dos investidores;
     
  • Fundos de crédito privado, que negociam principalmente títulos como debêntures e letras financeiras, buscando uma rentabilidade extra na renda fixa, mas prevendo mais volatilidade;
     
  • Fundos de inflação, cuja função principal é proteger o investidor contra o avanço dos preços, prevendo também volatilidade.

Já entre os fundos multimercado, a diversidade de estratégias é grande e há propostas significativamente diferentes. Entre os principais, estão os:

  • Fundos macro: os mais tradicionais da categoria, que podem investir no Brasil e no exterior, nos mercados de ações, juros, câmbio e commodities. São fundos capazes de capturar retornos em cenários variados.
     
  • Fundos quantitativos: Ele também é conhecido como fundos sistemáticos. Não é exatamente uma estratégia, mas é um modo de trabalhar que vem ganhando mais espaço. Eles também operam em diversos mercados, com a principal diferença na ênfase em modelos matemáticos e estruturas tecnológicas que permitem operações com extrema velocidade e utilizando enormes bases de dados.
     
  • Fundos long & short, que investem na Bolsa, mas com volatilidade bem mais reduzida, tanto que nem são classificados como fundos de ações, normalmente adotando o CDI como referência. O patrimônio desses fundos é dividido entre uma parte ‘comprada’, que lucra com a alta dos ativos na Bolsa, e outra parte ‘vendida’, que ganha com a queda dos papéis. Ou seja, são menos afetados pelo sobe e desce da Bolsa.

Há ainda boas opções de gestão ativa nos fundos de ações, que podem entregar retornos acima do Ibovespa. Mas também há diferenças importantes entre esses fundos.

  • Fundos long only: são chamados assim porque operam ‘apenas comprados’ nos papéis que selecionam, ganhando apenas com a alta das ações. Para isso há diversas abordagens, desde fundos com foco em empresas que são boas pagadoras de dividendos, até aqueles que procuram empresas relativamente small caps, ou seja, companhias menores, mas com grande potencial de crescimento.
     
  • Fundos long biased: parecidos com os fundos long only, mas eles podem ficar com parte do patrimônio ‘vendida’ nas ações. Assim, a gestão pode buscar suavizar a volatilidade do mercado, principalmente em momentos de incerteza, se posicionando de acordo com os cenários projetados. Conheça mais as diferenças entre comprados e vendidos.
     
  • Fundos de ações internacionais: eles buscam oportunidades em empresas estrangeiras, e são boas opções para diminuir a exposição dos investimentos à economia brasileira. Ao investir neles, é importante saber se há proteção cambial ou não. Se não houver, as oscilações do câmbio também influenciam no resultado do fundo, além das ações das companhias. Saiba mais sobre a importância dos investimentos internacionais nas carteiras.

Janelas móveis trazem visões mais completas

Uma outra ferramenta útil na hora de analisar a rentabilidade de um fundo de investimento é utilizar janelas móveis para analisar seu histórico.

Em janelas móveis de 12 meses, por exemplo, é possível ter uma ideia de quanto o fundo teria entregue de retorno em cada dia do período analisado, mantendo seus recursos investidos ao longo de um ano.

Desse modo, o investidor consegue ter uma visão de médio a longo prazo mais apurada. E, assim, é possível evitar ruídos de efeitos esporádicos na análise.

Drawdown ajuda a entender o risco de mercado

O drawdown dá a dimensão do tamanho dos tombos já registrados por um fundo, assim como o tempo que ele levou para se recuperar dessas quedas. No caso do máximo drawdown, trata-se do tamanho do recuo partindo do valor máximo da cota até o valor mínimo durante certo período.

É uma métrica muito útil para que o investidor entenda de maneira mais concreta o risco envolvido em alguns fundos de investimento e decida se está disposto ou não a fazer a aplicação.

Agora que você já sabe o que são e como funcionam os fundos de investimento, baixe o app e abra a sua conta no Safra.