Durante muitos anos, o investidor brasileiro pôde contar com altos retornos a baixíssimo risco. Com a taxa básica de juros em níveis elevados, não eram raros os títulos de renda fixa que geravam o famoso retorno de 1% ao mês. Essa não é mais a realidade hoje.

Os rendimentos de papéis mais conservadores acompanharam a forte queda da Selic e levaram o poupador a precisar olhar produtos com potencial de ganho maior. Esse movimento aconteceu até mesmo dentro da categoria de renda fixa, que, longe do senso comum, abriga produtos com variadas características.

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Apenas entre os títulos do governo, que oferecem o menor risco de crédito em geral, há papéis pós-fixados, prefixados e atrelados à inflação, com vencimentos de curto, médio e longo prazo. Cada um com suas oportunidades e riscos específicos. Isso sem mencionar títulos privados, como CDBs, LCIs, LCAs, LFs, debêntures, CRIs e CRAs, cujo retorno está atrelado ao risco do emissor e também ao prazo de vencimento – empresas e bancos mais alavancados tendem a remunerar melhor o investidor.

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O que muitos não sabem é que, além da possibilidade de ganhar com a remuneração dos títulos (‘carregamento’, no jargão do mercado), também é possível capturar valorizações na chamada marcação a mercado: o preço de alguns títulos varia de acordo com o momento do mercado – quedas nas taxas de juros beneficiam títulos prefixados, por exemplo, e vice-versa.

Desse modo, uma gestão ativa e especializada consegue capturar ganhos com consistência, o que, ao longo do tempo, pode fazer grande diferença na rentabilidade.

Renda fixa também tem volatilidade

No entanto, essas operações são complexas e realizadas em mercados menos acessíveis, onde o investidor menos experiente poderá amargar perdas consideráveis. Exemplo disso são os prejuízos em dois dos mais importantes índices de renda fixa do país.

O IDA-DI, calculado pela Anbima para medir o desempenho das debêntures, acumula prejuízo de 2,9% nos primeiros cinco meses de 2020. Já o IMA-B, índice da mesma associação que mostra o resultado de títulos públicos atrelados à inflação (antigamente chamados NTN-Bs), registra queda de 3,6% no mesmo período.

No caso das debêntures, boa parte das perdas é explicada pela falta de liquidez no mercado de crédito corporativo em um momento de pandemia, em que os investidores deram preferência à preservação de caixa e os fundos dedicados a esse segmento sofreram fortes resgates.

Já a perda nos títulos públicos foi puxada pelo aumento da percepção de risco em relação à situação fiscal do Brasil, principalmente nos vencimentos mais longos. Com isso, as taxas de juros negociadas no mercado se elevaram, reduzindo o preço desses ativos.

Por isso, uma das recomendações dos especialistas do Banco Safra para quem deseja buscar um incremento nos retornos de renda fixa é o investimento via fundos de excelência reconhecida.

Nesses mesmos cinco meses, por exemplo, o fundo Safra Top Max conseguiu preservar os retornos de seus cotistas, acumulando alta de 2,4%, o equivalente a 154% do CDI no período. Com uma leitura ágil e disciplinada do cenário, os gestores do fundo conquistaram apenas no mês passado um retorno de 315,3% do CDI.

Com uma proposta de gerar valor a seus cotistas por meio da gestão ativa no mercado de renda fixa, o retorno acumulado do Safra Top Max é de 120% do CDI desde seu lançamento, em 2013.

E em cada ano de sua história, o fundo sempre entregou resultados superiores ao CDI, superando testes como a recessão iniciada em 2015, o Joesley’s Day, a greve dos caminhoneiros, e, agora, a pandemia de coronavírus.

Jornal_v08_Renda.jpgNos últimos 12 meses, parte expressiva dos resultados positivos do fundo veio do posicionamento oportuno em títulos prefixados, colocando o Safra Top Max entre os melhores de renda fixa no período, e um dos poucos que já passou por momentos de alta, manutenção e queda da taxa básica de juros no país. O fundo Safra Top Max FIC RF Longo Prazo está atualmente fechado para aplicações, mas, no início do ano, foi aberto o fundo Safra Top Max II FIC RF Longo Prazo, que contém as mesmas estratégias, com liquidez de oito dias contados da data do pedido de resgate.

No portfólio de fundos do Safra, o investidor conta com diversas opções da reconhecida família Top. Vale destacar também que nossos clientes também têm acesso a uma outra estratégia de gestão ativa na renda fixa, com a família de fundos Safra Executive, que atua com menor risco em relação aos fundos Top.

A gestão dos fundos fica por conta dos profissionais da Safra Asset, que está há 45 anos no mercado e tem hoje R$ 94 bilhões sob gestão.

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AVISOS: Esta apresentação tem caráter meramente informativo. As opiniões expressas neste documento podem ser alteradas sem prévio comunicado e não constituem oferta de compra ou de venda de títulos ou valores mobiliários ou de instrumentos financeiros de qualquer espécie. Esta apresentação não deve ser considerada a única fonte de informação para embasar qualquer decisão de investimento, dentre outras fontes, ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do Regulamento, da Lâmina de Informações Essenciais e do Formulário de Informações Complementares do Fundo antes de aplicar seus recursos. Por conseguinte, o Safra se isenta de toda e qualquer responsabilidade por eventuais prejuízos decorrentes de decisões tomadas por investidores com base no conteúdo desta apresentação. Esta apresentação não poderá ser copiada, divulgada, entregue ou informada a terceiros sem a prévia autorização do Safra.  Leia a lâmina de informações essenciais, se houver, e o regulamento antes de investir. O investimento em fundos não é garantido pelo administrador, pelo gestor, por qualquer mecanismo de seguro ou pelo fundo garantidor de crédito – FGC. Descrição do tipo Anbima disponível no formulário de informações complementares. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos, taxa de performance e/ou taxa de saída. A comparação dos fundos de investimento e indicadores econômicos é mera referência, e não meta ou parâmetro de performance. Este fundo encontra-se fechado para captação. A rentabilidade divulgada desde o início [12/07/2013] refere-se ao rendimento acumulado nominal do fundo SAFRA TOP MAX FIC RF LONGO PRAZO, CNPJ: 18.033.470/0001-17 desde a data de sua constituição, sendo que tal rentabilidade foi alcançada pelo investidor que permaneceu com seus recursos aplicados no fundo neste mesmo período de forma ininterrupta e sem resgates. Público alvo: Investidores em geral. O fundo busca a valorização de suas cotas mediante aplicação de seus recursos em FI e/ou FICFI que realizem, preponderantemente, investimentos em renda fixa, sem compromisso de manter limites mínimo ou máximo para a duration média ponderada da carteira, e que invistam no mínimo 80% (oitenta por cento) da carteira em títulos públicos federais, ativos com baixo risco de crédito do mercado doméstico, ou sintetizados via derivativos, com registro das câmaras de compensação. A tributação aplicável aos COTISTAS do FUNDO, como regra geral, é a seguinte: I - Imposto de Renda Retido na Fonte ("IRRF"): e, por consequência, para fins tributários, o FUNDO poderá obter a classificação de "longo prazo". Assim, os rendimentos auferidos pelo cotista sujeitar-se-ão à tributação pelo IRRF semestralmente (come-cotas). II - Imposto sobre Operações Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários ("IOF/Títulos"): incidirá IOF regressivo nas aplicações com prazo inferior a 30 (trinta) dias, conforme tabela anexa ao Decreto n.º 6.306/07 (e alterações posteriores).. Classificação Anbima: Renda Fixa - Duração Livre – Grau de Investimento. Taxa de administração de mínima de 0,5% a.a. e máxima de 1% a.a. Taxa de performance: não há. Taxa de Saída: não aplicável. PL médio dos últimos 12 meses: R$ 6.233,65.  Não há carência para resgate. Cotização de resgate: data do pedido. Classificação do Produto de Investimento: 3. Principais fatores de risco são relacionados à: liquidez: A redução ou inexistência de demanda dos ativos integrantes da carteira do fundo nos mercados em que são negociados, no prazo e pelo valor desejado, pode prejudicar a rentabilidade do fundo ou dificultar o atendimento dos prazos de resgate estabelecidos; mercado interno e externo e a fatores econômicos e/ou políticos nacionais e internacionais; e crédito, especialmente quanto ao risco de inadimplemento e oscilações de preço motivadas pelo spread de crédito.. Data-base: 29/05/2020. Gestor: Safra Asset Management Ltda. CNPJ: 62.180.047/0001-31. Administrador: Safra Serviços de Administração Fiduciária Ltda. CNPJ: 06.947.853/0001-11. Os serviços de Distribuição e Custódia são prestados pelo Banco Safra S/A, inscrito no CNPJ sob o nº 58.160.789/0001-28. SUPERVISÃO E FISCALIZAÇÃO: Comissão de Valores Mobiliários – CVM. Serviço de Atendimento ao Cidadão em www.cvm.gov.br. Para mais informações, procure um gerente Safra ou acesse o site www.safraasset.com.br. Atendimento aos Portadores de Necessidades Especiais Auditivas e de Fala/SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 772 5755 – Atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana. Ouvidoria, caso já tenha recorrido ao SAC e não esteja satisfeito(a): 0800 770 1236 – De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, exceto feriados.

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